domingo, 27 de novembro de 2011

Voltei...

Passei pelos meus pensamentos, calei-me para poder me entender, relembrei de coisas que fiz e de tantas outras que poderia ter feito... Senti saudade, remorso, ânsia de viver e escrever minha história, pensando que gostaria mais de acertos do que de erros, mas, sem os tais erros cometidos, como saberia onde estavam os meus acertos???

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Vozes Verbais


As vozes verbais indicam a relação entre o sujeito e a ação expressa pelo verbo. Em português, o verbo se distribui em três vozes:

- Voz ativa: quando o sujeito pratica a ação, logo é um sujeito agente.
Ex: A criança alimentou o animal.
Sujeito / verbo ativo / objeto
No exemplo dado, a criança (sujeito) pratica a ação.

- Voz passiva: quando o sujeito sofre a ação verbal, logo é um sujeito paciente.
Ex: O animal foi alimentado pela criança.
sujeito / verbo passivo / agente
No exemplo dado, o animal (sujeito) recebe a ação.

Há dois tipos de voz passiva:

a) Voz passiva sintética: formada por verbo transitivo na terceira pessoa mais o pronome apassivador se.
Ex: Vende-se computador.

b) Voz passiva analítica: formada pelo verbo auxiliar (ser ou estar) mais o particípio de um verbo transitivo.
Ex: O menino foi penteado pelo pai.
sujeito / locução verbal / agente

- Voz reflexiva: quando o sujeito pratica e ao mesmo tempo recebe a ação. A voz reflexiva apresenta a seguinte estrutura: verbo na voz ativa + pronome oblíquo exercendo a função de objeto.
Ex: A menina penteou-se (a si mesma).
sujeito / verbo / pronome oblíquo o.d.


Agora que já revisou, aproveite e solte a sua voz...

O que é uma oração subordinada adverbial?

A oração subordinada adverbial é aquela que equivale a um advérbio e desempenha, em relação à oração principal, a mesma função que um advérbio desempenharia, ou seja, a função de adjunto adverbial. Por exemplo:

Despediram-se depois que almoçaram.

A oração depois que almoçaram equivale à locução adverbial depois do almoço e desempenha em relação à oração principal a função de adjunto adverbial. As orações subordinadas adverbiais ligam-se, normalmente, à oração principal por meio de conjunções subordinativas: porque, quando, para que...

1. Estrutura da oração subordinada adverbial
A oração subordinada adverbial é introduzida por conjunção subordinativa, podendo vir antes, depois ou mesmo no meio da oração principal.

O sol já ia alto quando ele acordou.
O sol já ia alto – oração principal
quando – conjunção subordinativa
ele acordou – oração subordinada adverbial
Atenção: a uma mesma oração principal também podem estar subordinadas várias orações adverbiais:

Enquanto esperava, o cliente fumava um cigarro
para que ninguém percebesse seu nervosismo.
Enquanto esperava – oração subordinada adverbial
o cliente fumava um cigarro – oração principal
para que ninguém percebesse seu nervosismo – oração subordinada adverbial

Classificação das orações adverbiais
As orações adverbiais classificam-se de acordo com as circunstâncias que exprimem. A Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB) reconhece nove tipos de oração adverbial:

" Causal
" Comparativa
" Concessiva
" Condicional
" Conformativa
" Consecutiva
" Final
" Proporcional
" Temporal



Oração subordinada adverbial causal

É aquela que expressa uma relação de causa e efeito. A causa ou motivo que desencadeia algo é expresso pela oração subordinada. E o efeito, resultado da causa, é expresso pela oração principal.

A lei não foi votada porque não havia quórum.
Oração principal
(efeito) Or. sub. adv. causal
(causa)

No exemplo acima, a oração subordinada porque não havia quórum indica a causa. O efeito está expresso pela oração principal A lei não foi votada. As orações adverbiais causais vêm introduzidas pelas conjunções e locuções conjuntivas causais: porque, visto que, já que, uma vez que, como:

Como não conhecesse ninguém, saiu logo da festa.

Oração subordinada adverbial comparativa

É aquela que expressa uma comparação (de igualdade, superioridade ou inferioridade) em relação
à oração principal. Vem introduzida pela conjunção como, ou pelas estruturas tão... como,
tanto... quanto, mais que, menos que:
"Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto o poento caminheiro (...)"
(Álvares de Azevedo)
Os elementos de relação das orações adverbiais comparativas podem estar separados. Uma parte se encontra na oração principal e outra introduz a subordinada:
Ele escreve tão bem quanto lê.

Atenção: uma particularidade das adverbiais comparativas é a elipse do verbo:
Vocês faltaram mais do que nós.
elipse: faltamos

Oração subordinada adverbial concessiva

É aquela que se manifesta como um obstáculo, mas não impede a realização do que é proposto pela oração principal:

Em alguns momentos a concessão não é apenas uma oração subordinada adverbial, como nos casos em que se desculpa a mentira de amigos.

Embora estivesse com dores, participou do campeonato.
Or. sub. adv. concessiva Oração principal

A idéia expressa pela oração principal – participou do campeonato – se mantém, apesar da dificuldade que a oração subordinada impõe: estar com dores. As orações subordinadas adverbiais concessivas vêm freqüentemente introduzidas pela conjunção embora, e também pelas locuções conjuntivas apesar de que, ainda que, mesmo que, se bem que, posto que:

"Foram amigos até a morte, posto que Oliveira não freqüentasse a casa de Magalhães."
(Machado de Assis)

Oração subordinada adverbial condicional

É aquela que impõe uma condição em relação à idéia formulada pela oração principal. Pode ser uma condição para que o fato se realize:

Devolveremos seu dinheiro, se você não ficar satisfeito.

Pode também impor uma condição para que o fato não se realize:
Cumprirei minha promessa, a menos que fique doente.

As orações subordinadas adverbiais condicionais vêm freqüentemente introduzidas pelas conjunções se ou caso, e também pelas locuções conjuntivas contanto que, desde que, a menos que, salvo que, com a condição de que:
"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena."
(Fernando Pessoa)

Oração subordinada adverbial conformativa

É aquela que expressa conformidade ou adequação da idéia da oração principal em relação à subordinada, ou seja, o que é proposto na oração principal está de acordo com o que diz a oração subordinada:
Tomou o remédio conforme prescrevia a receita.
Or. principal Or. sub. adv. conformativa

As orações subordinadas adverbiais conformativas vêm geralmente introduzidas pelas conjunções conforme e como, ou, menos freqüentemente, pelas conjunções segundo e consoante:
Como ele mesmo afirma, sua situação é difícil.

Oração subordinada adverbial final

É aquela que expressa finalidade, o objetivo daquilo que é proposto pela oração principal:
Estudarei muito para passar de ano.
Or. principal Or. sub. adv. final

A idéia da oração subordinada para passar de ano expressa o objetivo da idéia formulada pela oração principal Estudarei muito. As orações subordinadas adverbiais finais vêm geralmente introduzidas pela locução conjuntiva para que, mas também podem ser introduzidas por a fim de que, com o objetivo de que, porque:
A fim de que vençam a partida, todos devem jogar bem.

Oração subordinada adverbial consecutiva

Este tipo de oração também estabelece uma relação de causa/efeito, como as adverbiais causais. A diferença é que, neste caso, a subordinada expressa a conseqüência, o efeito, enquanto a causa é indicada pela oração principal:
Corri tanto que fiquei sem fôlego.
Or. principal
(causa) Or. sub. adv. consecutiva
(efeito)
A oração subordinada que fiquei sem fôlego expressa o efeito, a conseqüência do que é proposto pela oração principal Corri tanto. As adverbiais consecutivas vêm introduzidas pela conjunção que (geralmente antecedida por tanto, tão, tamanho...) e pelas locuções de forma que, de modo que, de sorte que:
Esses elementos de relação entre as orações freqüentemente vêm separados, um integrado à oração principal, outro introduzindo a oração subordinada:
Seu olhar era tão profundo que mal pude suportá-lo.

Oração subordinada adverbial proporcional

É aquela que expressa uma proporcionalidade, uma gradação em relação à idéia formulada pela oração principal:
À proporção que o tempo passa, nós melhoramos.
Or. sub. adv. proporcional Oração principal
As orações subordinadas adverbiais proporcionais são introduzidas pelas conjunções conjuntivas à proporção que, à medida que, ao passo que, e pelas estruturas tanto mais... tanto menos, quanto menos... tanto mais, cujos elementos vêm separados, uma parte na oração principal, outra na subordinada:
Quanto mais eu leio, mais aprendo.
Or. sub. adv. proporcional Oração principal

Oração subordinada adverbial temporal

É aquela que exprime uma circunstância de tempo (anterioridade, simultaneidade, posterioridade) em relação à idéia formulada pela oração principal:
Estarei em casa quando você chegar.

As adverbiais temporais vêm geralmente introduzidas pelas conjunções quando, enquanto, mal,e pelas locuções conjuntivas assim que, desde que, logo que, depois que, antes que:
"Enquanto os homens exercem seus
podres poderes, motos e fuscas
avançam os sinais vermelhos."
(Caetano Veloso)

Espero que você tenha compreendido com as explicações e os exemplos dados, porém, se houver qualquer dúvida, sinta-se livre para solicitar mais explicações ou exemplos...
Beijo grande, até a próxima!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Casal negro dá à luz menino branco e loiro no Reino Unido

O casal Francis e Arlette Tshibangu, que vive no Reino Unido, tomou um susto quando o pequeno Daniel nasceu. O menino, segundo filho do casal que já tem um menino de dois anos, é branco e loiro. No entanto, tanto a mãe quanto o pai são negros.
"A primeira coisa que pensei foi 'uau’!!, será que ele é mesmo meu filho", disse Francis Tshibangu, em entrevista ao jornal Daily Mail. De fato, o garotinho é mesmo seu filho. Daniel não é albino. Uma mutação genética explica a cor de sua pele.



"Estou com minha mulher há três anos e nunca questionei sua fidelidade, mas a cor branca da pele do meu filho foi uma surpresa", afirmou. Os médicos e as enfermeiras também estranharam.
Mas, apesar da cor da pele, Daniel é muito parecido com o casal. "Ele tem meu nariz e os lábios da minha mulher. Ele é nosso pequeno milagre. E é lindo também", contou Tshibangu.
A mãe não se importou com a cor da pele do bebezinho. Arlette ficou mais preocupada em saber se a mutação genética traria problemas de saúde ao pequeno Daniel, mas ficou aliviada em saber que o menino é bem saudável.
Aliviado, o casal sabe que vai atrair o olhar desconfiado de muitas pessoas quando forem andar na rua com o menino. "Hoje mesmo, muita gente nos olha e pensa 'o que este casal negro faz com um bebê branco?' Tenho certeza que muitos acham que a gente o roubou", disse Tshibangu. "Mas, para nós, a cor da pele não é importante. O que importa é que temos um menininho saudável que amamos muito", completou.

sábado, 7 de maio de 2011

Por Causa De Você

Compositor: Tom Jobim



Ah, você está vendo só
Do jeito que eu fiquei
E que tudo ficou
Uma tristeza tão grande
Nas coisas mais simples
Que você tocou
A nossa casa querido
Já estava acostumada
Guardando você
As flores na janela
Sorriam, cantavam
Por causa de você
Olhe meu bem nunca mais
Nos deixe por favor
Somos a vida e o sonho
Nós somos o amor
Entre meu bem por favor
Não deixe o mundo mau lhe levar outra vez
Me abrace simplesmente
Não fale, não lembre
Não chore meu bem

domingo, 24 de abril de 2011

Quando menos espero, olha quem reaparece...



Agora que eu consegui re-erguer a casa, levantar os muros, arrumar o meu jardim, você reaparece para derrubar minhas paredes? Sai fora, estou curada, usei cimento forte, pela porta de meu coração você não entra mais, nem pela janela do pensamento... Vá bater em outra morada...

Tudo acaba ou recomeça...

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa! Estavam juntos há tanto tempo?
- Cinco anos. Que pena! Acabou...
- É... Não deu certo!
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Não adianta! Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante! E se o beijo bate... Se joga! Se não bate... Mais um Martini, por favor... E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não brigue, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa está com dúvidas, problema dela. Cabe a você esperar... ou não!
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto! Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama! Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte! Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse.
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível!
Na vida e no amor, não temos garantias. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar... Ou se apaixonar... Ou se culpar...
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????